sábado, 21 de julho de 2018

Lei do E-commerce: o que você não pode deixar de saber?

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Você conhece os principais pontos da Lei do E-commerce que está vigente em nosso país? Recentemente, houve uma alteração na legislação que balançou a vida dos empreendedores que atuam nesse mercado, e muitos ainda têm dúvidas quanto às novidades que ela trouxe.

Pensando nisso, resolvemos escrever este artigo. Nele, você encontrará os pontos que demandam mais atenção e que deve conhecer se quer ter sucesso e se manter nesse ramo de negócios. Acompanhe!

A Lei do E-commerce e os seus princípios básicos
Apesar de a legislação brasileira ainda estar engatinhando nesse aspecto, já podemos contar com uma norma que norteia os trabalhos das empresas que atuam sob a modalidade de E-commerce.

Atualmente, os trabalhos desenvolvidos nesse ambiente são regulamentados, em primeiro lugar, pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), que nos trouxe as normas básicas da relação entre cliente e vendedor, bem como uma lei que acabou de sair do forno.

Estamos tratando do Decreto n° 7.962/2013. Essa legislação veio para preencher algumas lacunas que foram deixadas pelo CDC, afinal, ele é datado de 1990, uma época em que nem se imaginava que o comércio de elementos físicos pudesse ser realizado em meio digital.

Esse decreto entrou em vigor no mesmo ano, no mês de maio. Ele trouxe algumas determinações de importantíssimo valor, proporcionando mais segurança para os clientes e o lojista.
Além disso, a regulamentação fez com que o mercado de e-commerce se tornasse mais profissional, aumentando a sua credibilidade com outros setores do comércio e tornando-o essa grande potência que cresce a cada ano, mesmo em períodos de transtornos políticos ou recessões econômicas.

Principais pontos da Lei do E-commerce

Agora que você entendeu como é formada a Lei do E-commerce e a importância da incorporação do Decreto 7.962/2013 no rol de normas que regem esse tipo de comércio, vamos mostrar as questões centrais que essa legislação trouxe para as empresas. Continue lendo!

Informações claras sobre a loja e ofertas

Uma das novidades do decreto e que, certamente, passou longe do radar dos empresários desse ramo é a obrigatoriedade de fornecer informações de forma explícita sobre a empresa e as suas ofertas.

Entretanto, algumas pessoas podem se perguntar: mas o que, afinal, seriam informações claras e precisas? Simples. Vamos destacar as principais que devem ser facilmente encontradas nas páginas do seu e-commerce:

– Número do CNPJ e a razão social da empresa;
– Endereço físico e números de telefone para contato e e-mail;
– Descrição essencial do produto, principalmente quanto aos riscos que ele pode gerar para a saúde e a segurança do consumidor;
– Especificação detalhada do preço, contento todos os custos adicionais, como despesa com fretes (se houver) ou seguros;
– Condições globais da sua oferta, com a disponibilidade do produto ou serviço, meios de pagamento, promoções e formas de entrega;
– Informações sobre possíveis restrições quanto ao aproveitamento de uma oferta.

Além disso, é necessário ter uma linguagem simples e objetiva, mas vamos tratar disso em outro tópico. O contrato de compra também deve ser disponibilizado integralmente em alguma página do site.

Também é fundamental que seja apresentado um resumo do carrinho de compras antes de o cliente efetuar o pagamento. Dessa forma, você oferece a ele a oportunidade de excluir algum produto selecionado.

Ainda sobre a transparência das informações, também é obrigação da empresa enviar um e-mail contendo a confirmação de compra, além de apresentar as condições de troca e devolução.

Especificidades dos sites de compras coletivas

Outra regra nova atingiu em cheio as empresas que fazem vendas coletivas, tendo em vista que os que exploram esse tipo de atividade, segundo o decreto, também são equiparados às empresas de e-commerce. Portanto, eles devem mostrar:

– O mínimo que deve ser adquirido para a efetivação de uma compra;
– O prazo para que a oferta possa ser aproveitada pelos compradores;
– Identificação do fornecedor responsável pelo portal e da empresa que forneceu a oferta, contendo a razão social, número do CNPJ, endereço físico e eletrônico.

Também é importante mencionar que as empresas que oferecem a compra coletiva devem ficar atentas ao Projeto de Lei n° 1.232/2011, que tramita no Congresso Nacional. Ele tem por objetivo estabelecer critérios para aqueles que atuam nesse setor.

Atendimento e relacionamento com o cliente


O atendimento ao consumidor no comércio eletrônico também foi afetado pela Lei do E-commerce. Inicialmente, é crucial que toda a comunicação seja feita de forma respeitosa, leve, simples, clara e objetiva — ou seja, nada de linguagem técnica.

Além disso, é preciso confirmar imediatamente o recebimento e aceitação de uma oferta, fornecer respostas rápidas (em, no máximo, 5 dias) sobre reclamações ou solicitação de suspensão do negócio.

Também é importante disponibilizar ferramentas simples para que o consumidor possa identificar erros e corrigi-los instantaneamente, antes de efetuar o pagamento e conclusão da compra, além de oferecer mecanismos que protejam os dados e a compra do seu cliente.

Você deverá apresentar um pequeno resumo com as principais informações do contrato de compra e venda antes de o consumidor tomar a decisão final. Nesse termo, devem constar todos os direitos e deveres de ambas as partes.

Arrependimento de compra

Sem dúvidas, a principal modificação trazida pela Lei do E-commerce foi a regulamentação do arrependimento de compra. De fato, tal direito já era previsto no Código de Defesa do Consumidor, estabelecendo que a compra feita poderia ser cancelada em até 7 dias após o recebimento do produto.

O Decreto 7.962/2013 reafirmou esse direito em seu artigo 5º, tornando o arrependimento de compra mais bem regulamentado. Dessa forma, o consumidor pode solicitar a devolução dos itens adquiridos, sem qualquer ônus para ele.

Por fim, é importante ressaltar que, apesar de ser complexa e, aparentemente, não muito vantajosa para o comerciante, a Lei do E-commerce possibilitará que as empresas tenham mais segurança e transparência nas vendas que são realizadas, o que contribuirá para o crescimento dessa atividade no país.

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Veja como atrair mais clientes para sua “loja de bolso”



O universo do varejo é um universo em constante movimento. A entrada e saída de pessoas movimentam as vendas e o fluxo de caixa das lojas. Comércio é, por definição, movimento. Não estranhe, portanto, que a última fronteira do comércio eletrônico, aquele cujas compras se realizam pela internet, seja um dispositivo “móvel”: a tendência, agora, é comprar em movimento.

A consolidação do mobile commerce ou simplesmente m-commerce se explica pela popularização dos smartphones e tablets bem como o acesso facilitado à internet pelas redes 3G e 4G, que abriram caminho para os consumidores fecharem suas compras com apenas alguns toques. Os números mostram uma tendência que veio para ficar: cada vez mais as compras à distância devem ser feitas por dispositivos móveis.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), 31% das vendas online já são realizadas por meio de um aparelho mobile. Além disso, esse tipo de dispositivo também responde por quase toda a influência que o mundo online exerce sobre as compras offline – ainda segundo a Associação, 26% das vendas do varejo físico se devem à divulgação no meio digital.

Um levantamento realizado pelo Cuponomia, site que reúne cupons de desconto de players do comércio eletrônico, já alertava sobre a penetração do mobile no e-commerce ainda em 2016, quando atestou o crescimento de 170% no acesso a lojas virtuais por esse meio. Em comparação, os acessos por computador/desktop cresciam em ritmo muito mais lento, de aproximadamente 50%. Conforme a análise do Cuponomia, a otimização dos sites de e-commerce e a praticidade contribuíram para o salto no número de compras realizadas via smartphone.

Greve dos caminhoneiros já afeta e-commerce e Ebit reduz previsão de crescimento para maio em 7,4 pp



A greve dos caminhoneiros, iniciada na última segunda-feira (21) já afeta as vendas do e-commerce brasileiro. Diante deste quadro, a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, reduziu em 7,4 pontos percentuais – de 20,7% para 13,3% a expectativa de crescimento para o setor no mês de maio na comparação ante ao mesmo período do ano passado, que foi de R$3,79 bilhões.

A expectativa inicial era de um faturamento de R$4,58 bilhões, que foi reduzida R$4,30 bilhões uma perda estimada de R$280 milhões. Para o número de pedidos, a projeção passou de 9,2% (9,9 milhões) para 5,6% (9,57 milhões) de crescimento.


De acordo com André Dias, diretor executivo da Ebit, as vendas diárias nos últimos dias foram, em média, 20% menores do que o esperado pelo setor. “O consumidor está com receio de comprar no comércio eletrônico porque uma situação como essa de greve gera incerteza com relação a entrega do produto”, afirma.

Dias explica que maio era considerado um mês chave pelos varejistas. Além do Dia das Mães, que registrou faturamento de R$2,11 bilhões, alta de 12%, uma das principais datas do calendário anual do setor, as vendas de eletrônicos, em especial de TVs, estavam em crescimento por conta da proximidade da Copa do Mundo. “As vendas de eletrônicos e de eletrodomésticos são as que mais perderam share desde o início da greve”, explica.


Via: https://ecommercenews.com.br/noticias/pesquisas-noticias/e-commerce-greve-dos-caminhoneiros-ja-afeta-faturamento-e-ebit-reduz-previsao-de-crescimento-para-maio-em-74-pp/